Passei a infância e a adolescência certa de que seria médica. O ambiente familiar, o tipo de raciocínio a que fomos acostumados, a literatura (era fã de Robin Cook - famoso médico escritor de romances policiais ambientados em hospitais e tals) e o fascínio que sempre tive por "ciências" como um todo pareciam me levar a isso, indubitavelmente.
No fim, fugi da medicina - depois que descobri que tenho um quê de misantropia que só da certo em seriados americanos, mas me encontrei na biologia.
O mais engraçado é que, ao mesmo tempo, tive uma formação musical. No entanto, levar a música como profissão só me veio aos 17 anos, 2 anos depois de já ter começado a dar aulas de piano.
O mais engraçado é que, ao mesmo tempo, tive uma formação musical. No entanto, levar a música como profissão só me veio aos 17 anos, 2 anos depois de já ter começado a dar aulas de piano.
E é engraçado pensar em como a música e o peso que ela tem para nós duas foi o que nos aproximou! Já parou para pensar nisso?Foi onde tudo começou...
Apesar de todas minhas dificuldades financeiras, fico feliz e orgulhosa de trabalhar com música. Definitivamente, é uma das minhas atividades mais prazerosas!
Apesar de todas minhas dificuldades financeiras, fico feliz e orgulhosa de trabalhar com música. Definitivamente, é uma das minhas atividades mais prazerosas!
Hoje, amo a biologia...mas descobri que amo mais é manejo de bicho mesmo! Ficaria feliz de trabalhar só com aulas de piano, dançar e fazer um voluntário num zôo, por exemplo. Talvez esse seja um bom plano, pro futuro,rs.
Agora, se tem algo que sempre fui apaixonada e quero me dedicar mais esse ano são línguas. Quero voltar a estudá-las, todas as que comecei e parei: árabe, francês, italiano, latim, anglo-saxão, japonês, yourubá, malaio, espanhol. Quero começar alemão e romeno. Quero e pronto.
Voltar para a dança também me parece cada vez mais fundamental. É algo que preciso oficializar e esse é o ano para isso!
Será que, no final, é tudo vocação? É desejo? É curiosidade? É tédio com o mundo?
Não sei...e, francamente, não me importo. Só sei que ainda temos muito o que fazer.
Não sei...e, francamente, não me importo. Só sei que ainda temos muito o que fazer.
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